quinta-feira, 12 de setembro de 2013

o medo deve ser aquele frio gostoso na barriga que quando passa, a vontade de fazer de novo é maior

Tardou mas chegou. Mais um dia quase que sem postagem! (Confesso que no calor a EM fica um tanto incomodada com as coisas, me deixa sem inspiração).
Primeiramente quero agradecer novamente a todas as pessoas que acompanham meu blog, fico muito feliz em ser útil, além de esclerosado (rs). Daniel, Ailton, Renan, Andrea, Kyka obrigado por fazer parte disso e todos que de alguma forma ajudam essa iniciativa dar certo. Obrigado por todas as pessoas que me informaram sobre a reportagem do Globo Repórter na última sexta feira, eu assisti e se tiver a oportunidade quero sim experimentar o tratamento com vitaminas D em alta dose. (Só me falta o “gramour”, tenho certeza que uma consulta com um médico que faz uso desse tratamento deve ficar meio caro, então? Vender o não pode pra comprar o que não tem não rola)
Um breve pensamento, “impressionante como às vezes o silêncio soa tão alto que somente os olhos interpretam aquilo que não precisa ser pronunciado. Impressionante como o silêncio é uma dádiva da qual poucos tem o domínio.”
Hoje vou abordar o tema medo (tão abrangente esse tema né?), medo de quê? Por quê? Pra quem? Por quem?
Quase sempre o medo de provar algo novo, de arriscar, mudar, aceitar uma nova condição, uma nova pessoa, um novo lugar, um (a) nova “amiga” (tanta coisa). Isso é natural do ser humano, mas cá entre nós? Não compensa ter, tenha ele apenas como um amigo que vem e se vai, volta como um frio na barriga e logo passa, tenha-o como um sentimento bom.
Arrisque coisas novas, busque novas ruas, novas pessoas, novos olhares, novos desafios, seja diferente pelo menos um dia da semana, seja educado, seja grosso, seja feliz, seja triste, seja tudo menos medroso (a).
Assim que o diagnostico da EM foi concluído, fiquei com medo. Logo pensei que iria ficar de cadeira de rodas, limitado a viver torto e sem vida, dependendo da caridade das pessoas (provar que isso jamais vai acontecer não tem preço, é uma vitória da qual eu me orgulho de falar).
Depois que eu perdi o medo da EM, ficamos tão amigos que, somos inseparáveis (como se eu tivesse escolha, rsrs), enfim digo sempre e repito, viver com medo das coisas sem ao menos desafia-las é burrice, covardia. Depois que eu enfrentei minha “amiguinha” ela viu que quem manda sou eu, e vai ter que conviver comigo, com minhas vontades, com meus desejos, nas minhas condições e não eu com as dela (as vezes o jogo vira, mas logo eu viro a meu favor de novo, e assim caminha sempre).
Então concluindo a postagem de hoje, o medo deve ser aquele frio gostoso na barriga que quando passa a vontade de fazer de novo é maior. (Essa última frase ficou meio erótica, mas tudo bem, deu pra entender. Espero!)

Uma boa noite a todos e a todas, lembre-se, meu e-mail para qualquer tipo de comunicação é netocruz@live.ca, não ligo de trocar experiências e converso sobre tudo numa boa. 




Um pouco do meu trabalho voluntário:




























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